Estrutiocultura Valoriza Segurança do Alimento e

Estrutiocultura Valoriza Segurança do Alimento e Sustentabilidade A cadeia produtiva do avestruz cada vez mais ratifica seu compromisso com o consumidor Em todo negócio o empreendedor deve ter uma visão clara sobre os riscos do empreendimento, buscando ao máximo atenuá-los, realizando ações estratégicas que lhe perenizem no mercado.

Para tanto, basta o empresário estar sempre atento e consonante às tendências do setor e expectativas do seu cliente. Desta forma, as questões sobre segurança do alimento e sustentabilidade são pré-requisitos. Segurança do Alimento Sendo a carne de avestruz, o carro chefe da indústria do avestruz no videos xxx, a busca pela qualidade e segurança do alimento é essencial. Com esta visão empreendedora dentro da estrutiocultura industrial, a Avestro S/A (São Paulo – SP), implementou em suas fazendas associadas seu Selo de Qualidade, “Os 8 associados da empresa, sendo 6 fazendas e duas cooperativas, já se encontram em processo de implementação e, compraremos aves apenas das fazendas produtoras que também estejam em processo de implantação do Selo”, ressalta Denise Sandreschi dos Santos, assessora de diretoria da empresa, e responsável pela implementação do Selo nas fazendas.

“Nosso objetivo é melhorar e padronizar a qualidade dos animais, garantindo assim uma maior segurança do alimento aos nossos clientes”. Dentro do tema segurança do alimento, a Betel Avestruzes ( Cosmópolis -SP) dá um salto quântico, sendo o primeiro criatório de avestruzes no mundo a ser certificado com a I S O 22.000, que garante que a empresa detêm Sistemas de Gestão que viabiliza a Segurança de Alimentos. ”

Em janeiro de 2005, já havíamos sido certificados com a I S O 9001 ( Padronização de Normas de Qualidade) e I S O 14.001 ( Preservação Ambiental), o que nos facilitou a conquista histórica para o Brasil, de ter a primeira empresa certificada na I S O 22.000 ( segurança do alimento) no mundo”, afirma o empresário estrutiocultor Valmir Brustolim, proprietário da Betel Avestruzes. Segundo o presidente da empresa, o custo total da certificação ficou perto de R$ 96.000,00. “Este valor, ou melhor, investimento, possibilitou a nós, e principalmente aos nossos clientes, a garantia de que o Brasil pode produzir carne de avestruz com absoluta segurança na produção de proteínas vermelhas. E esta satisfação e tranqüilidade não tem preço”, arremata Brustolim.

Sustentabilidade O termo sustentabilidade, preconiza a perfeita harmonia de uma ação do homem, em relação à sua interação e equilíbrio com a natureza. A consciência ambiental cresce no País a passos largos em todos os setores da sociedade, é o que aponta a última pesquisa do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio, do Ministério do Meio Ambiente.

De acordo com as estatísticas, cresce em linha ascendente o número de brasileiros que não consideram que a preocupação com o meio ambiente seja exagerada ( 42% em 1997, 46% em 2001, 49% em 2006). A pesquisa mostra ainda, que o público mais consciente é o indivíduo de maior escolaridade como, de alta renda e morador de centros urbanos.

Alguém tem alguma dúvida de que este nicho mercadológico se assemelha ao perfil do atual consumidor de carne de avestruz ? A Fecoavestruz Sudeste, uma federação de 4 cooperativas de avestruz da região sudeste, que no dia 19 de Novembro comemora seu primeiro aniversário de existência, apesar de ser uma entidade jovem, mostra aguçada perspicácia com relação à preocupação com a criação de avestruzes e sua sustentabilidade.

Desde o final de 2005, a Fecoavestruz vem desenvolvendo um trabalho junto à Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna – SP), que dentro de 18 meses, culminará em um protocolo de manejo que receberá um selo verde para a atividade, denominado Eco-Avestruz. Segundo, Luis Robson Muniz, presidente da Fecoavestruz Sudeste, o selo garante que o criador que o detém, conferi sanidade aos animais, bem estar animal, e Eco-compatibilidade, não impactando negativamente o meio ambiente. ”

A questão da sustentabilidade, além de ser um dos princípios do cooperativismo, é um dever de todo e qualquer cidadão, principalmente um empreendedor de visão, pois garantindo a sustentabilidade, ele automaticamente pereniza o seu negócio” Enfim, nota-se que a estrutiocultura no Brasil não está só crescendo em quantidade de animais, mas também na qualidade da produção destes animais, e principalmente, na gestão sustentável da cadeia, avalizando para seu consumidor a segurança do alimento e o equilíbrio com o meio ambiente. Fonte: Anuário ACAB 2006/2007

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